Tudo começa com a criação dos personagens. Numa sátira, é preciso captar as caraterísticas de cada um e ridicularizá-las, ou modificá-las.

Depois, partimos par os célebres “rafão”, que nada mais são do que rabiscos rápidos da cenas e distribuição dos quadros na página, coisa que se faz em qualquer bloco ou papel. Se tivermos um número pré-definido de páginas, é conveniente fazer toda a história antes assim.

Passamos então para o rascunho da página propriamente dito. Já com mais detalhes e a lápis.

Agora, a arte-final: Nankin? Lápis? Digital? e a colorizacão?
No próximo post.